With Borders

No Borders

12/09/2012

BRASIL E TURQUIA AVANÇAM EM RANKING DE COMPETITIVIDADE

Repercutiu positivamente na Turquia a divulgação pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), de estudo, relativo ao período 2012- 2013 sobre a competitividade de 144 economias no mercado global. O documento, denominado Global Competitivity Report (GCR) inclui ranking que classifica a Turquia no 43ª lugar, dezesseis posições à frente da alcançada no relatório anterior (2011-2012). A performance foi a segunda melhor registrada, apenas atrás do Cazaquistão que subiu 21 posições para o 51º lugar. Suíça, Cingapura e Finlândia lideraram a classificação.
O Brasil, por seu turno, se classificou em 48º lugar, cinco posições acima da obtida no ranking anterior. Entre os BRICS e entre os países latino-americanos, obteve a segunda melhor performance. No entanto, em ambos os grupos (BRICS e América Latina), para o World Economic Forum, o Brasil foi o país que apresentou maior crescimento no ranking.
         O estudo levou em conta doze fatores a fim de determinar a posição da economia de cada país no ranking de competitividade: instituições, infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, educação superior e capacitação, mercado de bens de capital, de consumo e de serviços, mercado de trabalho, mercado financeiro, disponibilidade de tecnologia, tamanho do mercado, inovação, e sofisticação das práticas comerciais.
Segundo o GCR, a boa performance da Turquia se deveu ao forte crescimento econômico em 2011 e ao progresso "considerável" em outros pontos cobertos pelo relatório, como a estabilidade macroeconômica e a confiabilidade do mercado financeiro. O estudo destacou ainda os avanços em obras de infraestrutura e na competitividade do seu mercado interno.
O Ministro da Economia, Zafer Çaglayan, atribuiu o reconhecimento do êxito da economia turca no GCR às políticas de desenvolvimento e modernização levadas a cabo pelo Governo. Salientou ainda esperar resultados ainda melhores em relatórios posteriores, quando os resultados de políticas e projetos, principalmente na área de energia, comércio exterior e infraestrutura se tornarem mais visíveis.

Fonte: Embaixada do Brasil em Ancara