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20/09/2012

LIBRA ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 25 MILHÕES NO AEROPORTO DE CABO FRIO

O Grupo Libra, um dos maiores players em operação portuária e logística de comércio exterior e primeiro operador privado de contêineres do país, está participando da Rio Oil & Gas para reforçar ainda mais sua marca no mercado. Para isso, já está em andamento um plano de logística integrada que viabilizará menores custos para o mercado fluminense, além da análise de compra de uma área onde será construída a estrutura de armazenagem. O terreno poderá situar-se na retroárea do porto ou em distância de cerca de 40km do terminal de contêineres do grupo, que vai passar por programa de expansão com investimentos de cerca de R$ 560 milhões até 2023.
O grupo acaba de se tornar o primeiro grupo do setor na América Latina a operar de forma integrada todos os modais de transporte, da operação de terminais portuários e transporte fluvial à carga aérea, passando pelas soluções rodoviárias e ferroviárias. A recente aquisição do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, que por sua vez detém um terço do Aeroporto de Angra dos Reis, completa o leque de soluções modais do grupo.
- Nossa estratégia é poder oferecer todas as alternativas ao cada vez mais aquecido e sofisticado setor de comércio exterior brasileiro. Nesse sentido, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, estrategicamente localizado e preparado para um operação eficiente de carga aérea, é um passo importante nessa direção - disse Marcelo Araujo, presidente do Grupo Libras, acrescentando que espera que o aeroporto sirva ainda de hub de aviação geral em função dos importantes eventos que se espera para os próximos anos no Rio de Janeiro.
A Libra, segundo ele, está investindo cerca de R$ 25 milhões na ampliação da estrutura de pátio, terminais e armazéns do aeroporto de Cabo Frio. A base para recepção de helicópteros, que conta atualmente com 15 posições, ganhará mais 30 e serão criados mais dois armazéns, além dos quatros já existentes, para dar suporte à área de offshore.


Caminhões


Para o setor de caminhões, haverá uma solução diferenciada por segmento. Foi encontrada uma fórmula que permite o controle de peças importadas nas empresas que só produzem caminhões pesados e para aquelas que fabricam caminhões leves ou os dois tipos.
Esse segmento deverá ter um redutor que, na prática, permite um porcentual maior de importações de peças e partes do que para veículos leves.
A proposta do governo era dividir as regras do regime automotivo em caminhões mais pesados e mais leves. No entanto, como o mercado de caminhões tem uma dispersão muito grande em termos de valor agregado e de nacionalização, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) argumentou que é difícil fazer esse controle na fábrica porque algumas peças e equipamentos fazem parte de todos os tipos de veículos. O setor de caminhões é um dos que estão reagindo mais lentamente aos incentivos.


Cotas


Outro ponto importante da regulamentação é a definição de uma cota de importação para as montadoras sem o aumento de 30 pontos porcentuais de IPI. A cota geral deve ficar em 4,8 mil veículos por ano, mas cada empresa terá um bônus extra com base na média das exportações dos últimos quatro anos.


O regime automotivo - que vai vigorar entre 2013 e 2017 - prevê que, além do uso de componentes nacionais, ganharão uma redução do IPI as empresas que investirem em pesquisa e desenvolvimento, que cumprirem um programa de etiquetagem do Inmetro (que mede a eficiência energética dos automóveis), e que realizarem atividades fabris e de infraestrutura de engenharia. 

Fonte: Monitor Mercantil