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05/10/2012

ESTRANGEIRAS APLICARÃO R$ 5 BILHÕES NO BRASIL

As empresas Chery, JAC, Nissan e BMW planejam investir R$ 5 bilhões na implantação de fábricas no Brasil, informou ontem o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Além disso, segundo ele, montadoras asiáticas na área de caminhões também demonstraram interesse em produzir no mercado brasileiro e, se vierem, serão mais R$ 3,5 bilhões em investimentos.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, por sua vez, afirmou que as montadoras já presentes no país, que planejavaminvestir US$ 22 bilhões nos próximos três anos, devem ampliar os aportes previstos com o início da vigência do novo regime automotivo a partir de 2013, explicado ontem por ele e pelo ministro do Desenvolvimento, após publicação de decreto no Diário Oficial da União (leia mais ao lado) .
O presidente da JAC Motors, Sérgio Habib, avalia que o novo regime automotivo dá condições satisfatórias para a montadora se desenvolver no Brasil. Segundo ele, o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) foi negociado com todos os fabricantes em atividade no país e está afinado com as necessidades das empresas. A chinesa JAC Motors não tem fábrica no país. Importa seus modelos para serem comercializados aqui. A montadora dará início em novembro à construção de sua primeira fábrica brasileira, em Camaçari, na Bahia. O investimento é de R$ 900 milhões. De acordo com Habib, a empresa estava segurando os desembolsos financeiros no aguardo do decreto. "Estávamos com investimento suspenso esperando", declarou.
O CEO e vice-presidente da chinesa Chery Luis Curi confirmou investimentos da empresa no país, o que, segundo ele, já vem acontecendo desde julho de 2011, com o início da construção da sua primeira fábrica em Jacareí. Já a alemãBMW, por meio de sua assessoria, deu boas vindas ao regime automotivo e informou que o grupo está comprometido com a participação no programa. A montadora japonesaNissan preferiu não se pronunciar. Redação com Agências.

Fonte: Brasil Econômico