With Borders

No Borders

23/10/2013

ALEXANDRE TOMBINI SE REÚNE COM INVESTIDORES EM CINGAPURA

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, apresentou um panorama geral sobre a economia brasileira e as oportunidades de investimentos em nosso país nessa quarta-feira (23/10), em Cingapura, para mais de 70 investidores.


 

Sobre a economia brasileira, Tombini afirmou que o crescimento tem se materializado de forma gradual, destacando o desempenho da produção de bens de capital, ligados ao investimento. Segundo ele, o primeiro semestre apresentou diversos aspectos positivos, com o produto interno bruto (PIB) crescendo ao ritmo superior a 6%, em termos anualizados, no segundo trimestre. A consolidação da trajetória positiva da economia como um todo, e para o investimento em particular, na visão de Tombini, passa pelo fortalecimento da confiança das empresas e das famílias, que mostra recuperação no período mais recente.

 

O presidente do BC também reafirmou que a política monetária deve se manter especialmente vigilante, de modo a mitigar riscos à frente e contribuir para o declino da inflação no horizonte relevante do regime de metas.

 

O presidente do BC destacou o programa de leilões de swap cambial e de venda de dólares com compromisso de recompra, reforçando que o programa tem sido bem sucedido e contribuído para conferir previsibilidade na oferta de proteção cambial aos agentes econômicos durante esse período de transição da economia internacional.

 

Por fim, Tombini destacou também as reformas realizadas pelo Governo para ampliar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, o amplo programa de investimento em logística, com concessões de aeroportos, rodovias, portos e ferrovias, bem como as oportunidades no âmbito da exploração do pré-sal. Em relação a esse último ponto, Tombini mencionou o sucesso do leilão do campo de Libra, realizado na última segunda-feira. Na avaliação do Presidente do Banco Central, todas essas iniciativas criam condições para a expansão dos investimentos no Brasil e, consequentemente, do produto interno bruto (PIB) potencial nos próximos anos. 

Fonte: BACEN