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06/03/2012

GOVERNO APRESENTA RELATÓRIOS DE ARRECADAÇÃO E DA BALANÇA COMERCIAL A SUBCOMISSÕES DA CAE

Representantes da Receita Federal e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior apresentaram nesta terça-feira (6), no Senado, dados relativos à arrecadação e à balança comercial brasileira de 2011 e do início de 2012. Os dados foram apresentados aos senadores da Subcomissão Permanente de Avaliação do Sistema Tributário Nacional e da Subcomissão Temporária de Avaliação de Política Fiscal, ambas da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Além de mostrar os dados da arrecadação de 2011, divulgados no início do ano, o coordenador de Previsão e Análise da Receita Federal do Brasil, Raimundo Eloi de Carvalho, comentou os números de janeiro, divulgados há cerca de duas semanas. A arrecadação federal no primeiro mês de 2012 somou R$ 102,579 bilhões, crescimento real de 6,04% em relação ao mesmo mês do ano passado.
- Pela primeira vez na história, nós tivemos as receitas totais ultrapassando a barreira dos RS 100 bilhões por mês – afirmou o coordenador, que prevê para depois do dia 20 a divulgação dos resultados de fevereiro.


Comércio exterior


Com relação à balança comercial, o diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Comércio Exterior do ministério, Roberto Dantas, apresentou dados dos dois primeiros meses do ano, divulgados na última semana pelo ministério. As exportações alcançaram US$ 34,169 bilhões, crescimento de 7% sobre igual período do ano passado. Já as importações cresceram 11,2%, chegando a US$ 33,746 bilhões. Os dois resultados, segundo o diretor, representam recordes para o período.
- Com relação ao saldo, temos uma redução de 73% com relação ao ano passado, mas já havia uma expectativa para esse ano de ter uma taxa de crescimento menor com relação às exportações. Para nós, o resultado do bimestre é considerado bastante positivo com essa taxa de crescimento de 7% – ponderou.
A meta de exportações para 2012 é de US$ 264 bilhões, crescimento de 3,1% sobre 2011. Apesar de o ministério não divulgar metas de saldo comercial, o diretor disse acreditar que o saldo será menor que o de 2011, mas, ainda assim, expressivo.

Fonte: Agência Senado.